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<!--Arbortext, Inc., 1988-2018, v.4002-->



<pubsTopic id="MotionsOfARigidBody-54D3E03A" xml:lang="pt_BR">
<title>Movimentos de um corpo rígido</title>
<pubsBody>
<p>Em simulações, as superfícies de um objeto sólido são, geralmente, limites de parede em um domínio de fluxo. Quando um objeto ou superfície sólida é submetida a forças dinâmicas e mecânicas e efeito térmico, o desequilíbrio das forças efetivas pode fazer com que o corpo se mova e deforme. Um objeto sólido, geralmente, é considerado como um corpo rígido em simulações de fluxo. Portanto, para um objeto sólido submetido a desequilíbrios de força, pressupõe-se que ele possa mover-se linearmente (translação), angularmente (rotação) ou linear e angularmente, sem deformação. Para um domínio computacional do CFA, entretanto, o movimento do limite pode levar à mudança do domínio e, consequentemente, a malha de volume pode sofrer deformação, conforme descrito no módulo <xref format="dita" href="..\Flow\Introduction.dita" scope="local" type="pubsTopic">Fluxo</xref>.</p>
<p>Para um corpo rígido, as equações que controlam seus movimentos são derivadas diretamente da conservação do momento linear e angular:<ul>
<li><p>Momento linear (Translação)</p><fig id="Equation2.426-64594E00">
<image href="../images_equations/Equation1539.png"/>
<p>Equação 2.426</p>
</fig></li>
<li><p>Momento angular (Rotação)</p><fig id="Equation2.427-64594CD3">
<image href="../images_equations/Equation1540.png"/>
<p>Equação 2.427</p>
</fig><p>Na <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.426-64594E00" scope="local" type="fig">equação 2.426</xref>, <image href="../images_equations/Equation1541.png"/> é a massa do objeto móvel, <image href="../images_equations/Equation1542.png"> </image>⃗ é a velocidade linear/de transição e <image href="../images_equations/Equation1543.png"/>⃗ são as forças total/efetiva exercidas no corpo durante a translação. Na <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.427-64594CD3" scope="local" type="fig">equação 2.427</xref>, <image href="../images_equations/Equation1544.png"/> é o momento de inércia, <image href="../images_equations/Equation1545.png"/>⃗ é a velocidade angular e <image href="../images_equations/Equation1546.png"/>⃗ é o torque total/efetivo aplicado ao corpo em rotação.</p><p>A<xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.426-64594E00" scope="local" type="fig">equação 2.426</xref> e <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.427-64594CD3" scope="local" type="fig">equação 2.427</xref> controlam os movimentos gerais de um corpo sólido, que tem seis graus de liberdade (6-GDL), com três graus cada para translação (3-GDL) e rotação (3-GDL), respectivamente. O <ptcProduct conref="../../../conref_pn.dita#pubsTopic-1-A872B923/CreoFlowAnalysis-21EE8F04"/> considera somente a translação e a rotação de 1-GDL, que são explicadas nesta seção.</p></li>
</ul></p>
<section><title>Translação de 1-GDL</title><p>Partindo do pressuposto de que um corpo sólido move-se linearmente em uma direção especificada de forma arbitrária (permanece inalterada), definida por um vetor de unidade <image href="../images_equations/Equation1547.png"/>, o movimento translacional do corpo é reduzido para um grau de liberdade (1-GDL). Como resultado, para a conservação de momento linear, a <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.426-64594E00" scope="local" type="fig">equação 2.426</xref> torna-se uma equação escalar ao longo da direção de movimento, uma vez que a velocidade e força de movimento são expressas em função de <image href="../images_equations/Equation1548.png"/>:</p><fig id="Equation2.428-64581996">
<image href="../images_equations/Equation1549.png"/>
<p>Equação 2.428</p>
</fig><fig id="Equation2.429-64581C69">
<image href="../images_equations/Equation1550.png"/>
<p>Equação 2.429</p>
</fig><fig id="Equation2.430-64581E14">
<image href="../images_equations/Equation1551.png"/>
<p>Equação 2.430</p>
</fig><p>em que <image href="../images_equations/Equation1552.png"> </image> é a magnitude do vetor de posição <image href="../images_equations/Equation1553.png"/> em um ponto de interesse no corpo sólido ao longo da direção de movimento <image href="../images_equations/Equation1554.png"/>. Em um sistema de coordenadas cartesiano, temos</p><fig id="Equation2.431-6458514A">
<image href="../images_equations/Equation1555.png"/>
<p>Equação 2.431</p>
</fig><p>Se a massa do corpo sólido permanece constante e o termo de força é expandido para incluir explicitamente todas as forças aplicadas no corpo, teremos a equação escalar de momento linear da seguinte forma:</p><fig id="Equation2.432-645865C9">
<image href="../images_equations/Equation1556.png"/>
<p>Equação 2.432</p>
</fig><p>As forças do lado direito indicam o seguinte:<ul>
<li><p>Força hidrodinâmica <image href="../images_equations/Equation1557.png"/>— Consiste em pressão e forças de cisalhamento. Elas são causadas pelo movimento relativo entre o fluxo de fluido e as superfícies do corpo sólido que estão em contato com o fluxo. A pressão e as forças de cisalhamento são obtidas a partir das soluções de fluxo (quantidades de saída):</p><fig id="Equation2.433-64587B31">
<image href="../images_equations/Equation1558.png"/>
<p>Equação 2.433</p>
</fig></li>
<li><p>Força de amortecimento <image href="../images_equations/Equation1559.png"> </image> — Força de retardo causada pelo efeito de amortecimento do atrito. Ela é determinada pelo movimento do objeto sólido e o coeficiente de amortecimento definido pelo usuário, <image href="../images_equations/Equation1560.png"> </image>:</p><fig id="Equation2.434-64588C68">
<image href="../images_equations/Equation1561.png"/>
<p>Equação 2.434</p>
</fig></li>
<li><p>Força da mola <image href="../images_equations/Equation1562.png"> </image> — Depende do deslocamento da mola, <image href="../images_equations/Equation1563.png"/>, da constante de mola, <image href="../images_equations/Equation1564.png"/>, e da força de pré-carga da mola, <image href="../images_equations/Equation1565.png"> </image>:</p><fig id="Equation2.435-6458A21B">
<image href="../images_equations/Equation1566.png"/>
<p>Equação 2.435</p>
</fig><p>em que o deslocamento da mola <image href="../images_equations/Equation1567.png"/> é definido da seguinte forma:</p><fig id="Equation2.436-6458B4B9">
<image href="../images_equations/Equation1568.png"/>
<p>Equação 2.436</p>
</fig><p>em que <image href="../images_equations/Equation1569.png"> </image> é a magnitude do vetor de posição <image href="../images_equations/Equation1570.png"/> no local anterior <image href="../images_equations/Equation1571.png"/>.</p></li>
<li><p>Força de atrito — O modelo de atrito de contato é adotado para levar em conta o efeito do atrito em um sistema dinâmico. A força de atrito <image href="../images_equations/Equation1572.png"/> é modelada da seguinte forma:</p><fig id="Equation2.437-6458C874">
<image href="../images_equations/Equation1573.png"/>
<p>Equação 2.437</p>
</fig><p>em que <image href="../images_equations/Equation1574.png"> </image> é o componente normal da força de contato exercida sobre a superfície sólida de interesse. Para o coeficiente de atrito <image href="../images_equations/Equation1575.png"/>, o coeficiente de atrito estático <image href="../images_equations/Equation1576.png"/> e o coeficiente de atrito de deslizamento <image href="../images_equations/Equation1577.png"/> são introduzidos para os corpos estacionários e móveis, respectivamente:</p><fig id="Equation2.438-6458E555">
<image href="../images_equations/Equation1578.png"/>
<p>Equação 2.438</p>
</fig></li>
<li><p>Força adicional <image href="../images_equations/Equation1579.png"/> — Incluída para forças adicionais especificadas pelo usuário.</p></li>
</ul></p></section>
<section><title>Rotação de 1-GDL</title><p>Quando um eixo de rotação arbitrário é definido por um ponto (centro do eixo) <image href="../images_equations/Equation1580.png"/> e pelo vetor de unidade direcional <image href="../images_equations/Equation1581.png"/>, a rotação do corpo sólido em torno do eixo, <image href="../images_equations/Equation1582.png"/>, também é reduzida para rotação de 1 GDL. Da mesma forma, para a conservação do momento angular, a <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.427-64594CD3" scope="local" type="fig">equação 2.427</xref> também se torna uma equação escalar ao longo da direção tangencial <image href="../images_equations/Equation1583.png"/>, definida da seguinte forma:<fig id="Equation2.439-646FD70F">
<image href="../images_equations/Equation1584.png"/>
<p>Equação 2.439</p>
</fig></p><p>em que <image href="../images_equations/Equation1585.png"> </image> é o vetor que aponta do centro do eixo para um ponto arbitrário <image href="../images_equations/Equation1587.png"> </image> no corpo sólido:</p><fig>
<image href="../images_equations/Equation1588.png"/>
<p>Equação 2.440</p>
</fig><p>A velocidade angular e o torque no ponto <image href="../images_equations/Equation1589.png"/> são reescritos da seguinte forma:</p><fig id="Equation2.441-64700F47">
<image href="../images_equations/Equation1590.png"/>
<p>Equação 2.441</p>
</fig><fig id="Equation2.442-64701195">
<image href="../images_equations/Equation1591.png"/>
<p>Equação 2.442</p>
</fig><fig id="Equation2.443-6470135D">
<image href="../images_equations/Equation1592.png"/>
<p>Equação 2.443</p>
</fig><p>em que <image href="../images_equations/Equation1593.png"> </image> é o ângulo de rotação do ponto <image href="../images_equations/Equation1594.png"/> relativo ao local inicial ou de referência.</p><p>Se o momento de inércia permanece constante e o termo de torque é expandido para incluir explicitamente todos os torques aplicados no corpo em rotação, teremos a equação escalar de momento angular da seguinte forma:</p><fig id="Equation2.444-64724CC5">
<image href="../images_equations/Equation1595.png"/>
<p>Equação 2.444</p>
</fig><p>Os termos de torque do lado direito são definidos da seguinte forma:<ul>
<li><p>Torque hidrodinâmico <image href="../images_equations/Equation1596.png"/> — Combinação de torque por causa da pressão e forças de cisalhamento: <fig id="Equation2.445-64705F41">
<image href="../images_equations/Equation1597.png"/>
<p>Equação 2.445</p>
</fig></p></li>
<li><p>Torque de amortecimento <image href="../images_equations/Equation1598.png"> </image> — Depende da velocidade rotacional <image href="../images_equations/Equation1599.png"/> e do coeficiente de amortecimento definido pelo usuário <image href="../images_equations/Equation1600.png"> </image>: <fig id="Equation2.446-64708DD7">
<image href="../images_equations/Equation1601.png"/>
<p>Equação 2.446</p>
</fig></p></li>
<li><p>Torque de mola <image href="../images_equations/Equation1602.png"> </image> — Torque induzido por torção que depende do ângulo de deslocamento, <image href="../images_equations/Equation1603.png"/>, do torque de pré-carga definido pelo usuário, <image href="../images_equations/Equation1604.png"/>, e da constante torção, <image href="../images_equations/Equation1605.png"/>.</p><fig id="Equation2.447-6459772B">
<image href="../images_equations/Equation1606.png"/>
<p>Equação 2.447</p>
</fig><p>em que <image href="../images_equations/Equation1607.png"> </image> é o ângulo de referência. Normalmente, é a posição do limite ou volume durante a configuração do modelo, mas pode corresponder a um local diferente. Por exemplo, no deslocamento angular zero, o ângulo de referência, <image href="../images_equations/Equation1608.png"> </image>, não é o mesmo que a posição angular inicial.</p></li>
<li><p>Torque de atrito — Torque causado pela força de atrito que ocorre quando dois objetos em contato movem-se. Em experimentos, é determinado pela diferença entre o torque aplicado e o observado ou o torque efetivo. Depende do coeficiente de atrito <image href="../images_equations/Equation1609.png"/> e do torque de contato causado pela força normal <image href="../images_equations/Equation1610.png"/> aplicada na superfície de contato:</p><fig id="Equation2.448-6470C677">
<image href="../images_equations/Equation1611.png"/>
<p>Equação 2.448</p>
</fig><p>em que <image href="../images_equations/Equation1612.png"> </image> é um parâmetro definido pelo usuário na <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.438-6458E555" scope="local" type="fig">equação 2.438</xref>.</p></li>
<li><p>Torques adicionais <image href="../images_equations/Equation1613.png"/> — Incluídos para torques adicionais especificados pelo usuário.</p></li>
</ul></p></section>
<section><title>Modelo de reflexo</title><p>Em muitas situações, o corpo sólido somente translada ou somente rotaciona, ou translada e rotaciona em um espaço limitado (distância ou ângulo limitado), ou seja, ele tem uma posição máxima ou mínima, ou máxima e mínima. Por exemplo, conforme exibido na <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Figure-69DCF554" scope="local" type="fig">figura</xref> a seguir, quando um pêndulo simples é liberado de sua posição original com o ângulo <image href="../images_equations/Equation1614.png"/>, a força de restauração que atua em sua massa faz com que ele oscile em torno da posição de equilíbrio. O ângulo máximo nos lados da posição da equilíbrio, <image href="../images_equations/Equation1615.png"/>, depende da posição de liberação, <image href="../images_equations/Equation1616.png"> </image>. Se não houver atrito (articulação sem atrito e no vácuo), o ângulo máximo permanecerá inalterado e o pêndulo balançará de um lado para outro permanentemente com as mesmas posições extremas. No entanto, quando um pêndulo está na atmosfera, por exemplo, a resistência do ar (amortecimento) faz com que o ângulo máximo do movimento reduza com o tempo e, eventualmente, o pêndulo para na posição de equilíbrio.</p><p><fig id="Figure-69DCF554">
<image href="..\images\pendulum.png"></image>
<p>figura</p>
<ol>
<li><p>Articulação sem atrito</p></li>
<li><p>Haste sem massa</p></li>
<li><p>Pêndulo com massa</p></li>
<li><p>Posição de equilíbrio</p></li>
<li><p>Trajetória do pêndulo</p></li>
<li><p>Amplitude</p></li>
</ol>
</fig></p><p>Além disso, em um ciclo (período) de balanço, quando o pêndulo atinge a posição mais alta, <image href="../images_equations/Equation1617.png"/>, ele muda de direção com perda total de sua energia cinética. No pêndulo simples, a energia cinética é completamente transferida para a energia potencial, mas se levamos em consideração a resistência do meio, parte da energia cinética é perdida para superar o amortecimento viscoso. No entanto, a força efetiva ou a energia potencial faz com que o pêndulo comece a mover-se na direção oposta à posição de equilíbrio, em que a energia cinética (velocidade) é a máxima e a potencial é a mínima. Neste caso, <image href="../images_equations/Equation1618.png"/> indica uma condição sem reflexo para a <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.444-64724CC5" scope="local" type="fig">equação 2.444</xref> de momento angular de 1 GDL.</p><p>Além da condição sem reflexo, um corpo móvel na posição de limite pode ser refletido sem perder nenhuma energia cinética (reflexo perfeito), ou perder somente uma parte de sua energia cinética (reflexo parcial). Portanto, as três condições de reflexo a seguir são aplicadas quando as equações dinâmicas de 1 GDL de translação e rotação, <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.432-645865C9" scope="local" type="fig">equação 2.432</xref> e <xref format="dita" href="#/MotionsOfARigidBody/Equation2.444-64724CC5" scope="local" type="fig">equação 2.444</xref>, são resolvidas para determinar os movimentos de um corpo sólido ou um limite de parede para o domínio de fluxo:<ul>
<li><p>Sem reflexo — Modelo default no <ptcProduct conref="../../../conref_pn.dita#pubsTopic-1-A872B923/CreoFlowAnalysis-21EE8F04"/>. Modelo que determina que, quando um corpo sólido ou limite atinge o limite de seu movimento, ele muda de direção com perda total de sua energia cinética. Com <image href="../images_equations/Equation1619.png"/> e <image href="../images_equations/Equation1620.png"/> representando o reflexo e a incidência e <image href="../images_equations/Equation1621.png"/> e <image href="../images_equations/Equation1622.png"/>, a velocidade de translação e de rotação (somente magnitude), este modelo de reflexo é expresso da seguinte forma:<ul>
<li><p>Translação</p><fig id="Equation2.449-6472164B">
<image href="../images_equations/Equation1623.png"/>
<p>Equação 2.449</p>
</fig></li>
<li><p>Rotação</p><fig id="Equation2.450-64720EF9">
<image href="../images_equations/Equation1624.png"/>
<p>Equação 2.450</p>
</fig></li>
</ul></p></li>
<li><p>Reflexo parcial — Modelo que determina que, quando um corpo sólido ou limite atinge o limite de seu movimento, ele muda de direção com perda parcial de sua energia cinética, determinada por um fator especificado pelo usuário, <image href="../images_equations/Equation1625.png"/>:<ul>
<li><p>Translação</p><fig id="Equation2.451-6471FD0C">
<image href="../images_equations/Equation1626.png"/>
<p>Equação 2.451</p>
</fig></li>
<li><p>Rotação</p><fig id="Equation2.452-6471F189">
<image href="../images_equations/Equation1627.png"/>
<p>Equação 2.452</p>
</fig></li>
</ul></p></li>
<li><p>Reflexo perfeito — Modelo que determina que, quando um corpo sólido ou limite atinge o limite de seu movimento, ele muda de direção com perda zero de sua energia cinética, <image href="../images_equations/Equation1628.png"/>: <ul>
<li><p>Translação</p><fig id="Equation2.453-6471D9DE">
<image href="../images_equations/Equation1629.png"/>
<p>Equação 2.453</p>
</fig></li>
<li><p>Rotação</p><fig id="Equation2.454-6471DFA9">
<image href="../images_equations/Equation1630.png"/>
<p>Equação 2.454</p>
</fig></li>
</ul></p></li>
</ul></p></section>
</pubsBody>
</pubsTopic>
